30 de agosto de 2008

Tristinho e Isolete

Foi ao mesmo tempo a Bela
e a das Mãos Brancas

Amava no Outro o que enxergava dela mesma nele
E acreditava na fusão com o Divino por meio dele

O divino, entretanto, está em seu interior
E o amor está à sua volta e também dentro de si

Não fique, Tristão, tão devotado à própria tristeza
nem creia que Isolda seja a salvação de sua existência

Não renegue o que é da terra
belo, humilde, simples e humano

Amem-se, Tristão e Isolda, suavemente.

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