19 de dezembro de 2009

Lo que pasa es que...

Hace tanto tiempo que no ecribo acá
I've tried before, but it just didn't fit
Now I feel like it
Just can't explain

Lo que pasa es que
fui assaltada essa semana
pensei no pior que poderia me acontecer por instantes cruéis
não mais que as razões que levaram ao fato
os porquês, o crack, as oportunidades na vida
o que é realmente importante, o desapego
síndrome de estocolmo
a culpa católica
o acaso e o descaso
tá ali o tempo todo e ninguém vê
ou finge

Eu queria muito te ajudar
mas não sei como ajudar a mim mesma.

13 de abril de 2009

Take it Easy

12 de abril de 2009

É Com Esse Que Eu Vou

2 de abril de 2009

Nem tão terrível assim...

Agora entendi porque me apaixonei por você. Sua presença dourada me enche de alegria, conversar com teus olhos azuis provoca um sorriso largo espelhado em nós. Mesmo sem o desejo e a euforia, era tão sutilmente bom cinemar musicando numa passarela suspensa em noites estreladas. Era eu e você e isso bastava. Horas e horas a fio. Agora lembrei. Que em mim cabem muitas paixões e quando elas se afastam de mim, procuro dores esquecidas pra não perder o costume. Faz sentido o olhar atravessado dela, mesmo que ela o tenha agora e vocês dois sejam felizes juntos. Sabemos o que há e nunca deixou de haver. Ela também. Adoro seu sorriso. Mesmo falando da raiva que deveras sente, com justas causas (agora eu entendo). Bom te ver. Até um dia.

14 de março de 2009

Cidade submersa

É março. Os melhores dias do ano para aproveitar a praia. Que eu conheci durante cinco anos, cada palmo daquele meu pedacinho de areia e mar, que eu sabia quanto oscilava, onde ficavam os buracos, as dunas que descambavam sob as bundas dos moleques felizes descendo velozes por suas areias. Lembro de um longínquo 2003, quando vi uma criança, um menino, correndo feliz em direção ao horizonte azul lá ao fundo, sorrindo, se jogando ao chão porque não doía aquela areia grossa campechana. E naquele momento desejei um filho meu ali. Naquela praia. Crescendo livre, alegre como não fui. Eu, que passei meus dias pueris presa num apartamento, enclausurada, proibida, atrás de grades, olhando prédios e morros no limite da vista, ansiando saber o que haveria além daquilo. Ou simplesmente querendo descer de minhas torres, eu, rapunzel, sem cabelos longos o suficiente pra ser salva dali. Fiquei a observar e lamentar e chorar. O pai que foi embora, levando consigo o amor, o respeito, a admiração. Estes retornariam mais tarde, talvez tarde demais, mas que seja. O estrago estava feito e até hoje me sinto não merecedora. Primeiras vezes atropeladas, porque não poderiam ser perfeitas, por princípio. Tinham de ser assim, tristes, desgastantes, porque não acreditava ser possível algo diferente disso. Hoje duas crianças estão em gestação. Dois seres humanos. Dois bebês que poderiam ser meus e não foram. Porque não era o momento, não é o momento. E me dói esse não, que me faz parecer estéril. De amor, de vida. Se o acaso ocorre por todos os lados, porque não me escolheu? Não sou digna?

3 de março de 2009

How come?

Como pode haver tanto amor numa pessoa só? É demais, transcende minha existência, é tão maior que eu, parece que um ET se apoderou de mim, ou que Deus fez de mim um instrumento pra transbordar. Parece papo de crente. Mas não me sinto dona ou responsável por isso. Não. É grande demais. Tanto que machuca, às vezes. Rasga. Dói. Mas não agora. Agora é pleno. É inebriante. Como um espumante da melhor qualidade.

26 de fevereiro de 2009

De Cartola

Outro grande amor antes do teu, tive sim.

:)


25 de fevereiro de 2009

Fratura exposta

Socorro, me salve de mim mesma. Dos meus pensamentos absurdos, dessa dor que não me deixa, do asco, do visco, do aperto, dos olhos espremidos, a lágrima desesperada, que em vez de lavar a alma, dilacera. E dói, e dói, dificulta a respiração. Socorro, meu deus, socorro.

24 de fevereiro de 2009

Tem medo de quê?

Ferida leve nas juntas dos teus dedos. Raiva e tristeza que involuntariamente provoquei. Nem imaginava que minha diversão teria uma repercussão assim tão dura.

Feições familiares no prazer, mas sobretudo no espanto. Anjo desvirtuado. Escuridão relampejando sobre a cabeça.

O abraço, a mão, o batom, o brinco, os nãos. O estalo no ouvido. O esforço. Malabarismos afetivos.

O que não consigo dizer e o que não quero ouvir.

2 de fevereiro de 2009

A dor

É leve e infinita
pequena ponta de amargura insistente
o vazio que não se sustenta
o lamento que desorienta.
Dor que não sabe pra onde vai e fica,
faz morada no espaço profundo.
Dorme, finge que some
pra enfim despertar, cingindo.
Fere os dias.
Sem objeto, sem referente
flanando perene
sentinela cambaleante,
num atraso infindável.

7 de janeiro de 2009

A Caixa de Sapatos

A caixa de sapatos empoeirada estava dentro do baú grande de madeira, encostado embaixo da janela. Marina e Juliana, na flor de seus 14 e 15 anos, respectivamente, ficaram encantadas com o achado, quando na realidade procuravam por uma colcha.

A casa alugada para a temporada de verão na praia estava limpíssima e toda arrumada, mas como havia chovido aquele dia, sentiram frio. Buscaram a colcha e encontraram algo que aqueceria muito mais seus corações.

Hesitaram por alguns segundos até finalmente abrir a caixa de sapatos. Não sabiam se tinham o direito de fuçar em objetos alheios, mas a curiosidade falou mais alto. Passaram a mão sobre a tampa para tirar o excesso de poeira. Abriram. Surpresa.

Em vez de calçados velhos, encontraram curiosos objetos que deveriam pertencer à dona da casa. Uma flor artificial, um arame retorcido que formava o nome de Rosa, uma foto amarelada de uma praia cheia de gente. Marina ficou encantada com aquilo, supondo ser recordações de um amor de verão. Juliana, mais afoita, vasculhou a caixa cheia de quinquilharias _ um par de brincos rústicos, um colar de sementes, papéis _ e finalmente encontrou a prova do que desconfiavam. Era uma carta, de amor.

Dizia o texto _ muito bem escrito e com um inusitado capricho, por ser assinada por um homem _ que Rosa era o amor da vida dele. Felipe, era o seu nome. A carta relatava o encontro dos dois, na praia ao entardecer, quando ela tomava um suco à beira-mar e ele jogava futebol com amigos. Ela estava só e a bola teria ido ao seu encontro. Felipe foi buscá-la prontamente e demorou-se tanto no retorno que os amigos estranharam. Foram ver a razão da delonga e se deram conta: Rosa era uma moça muito bonita e de conversa agradável.

Na carta, juras de amor eterno, que provavelmente durariam mais do que aquele verão. Assinada "com carinho, do seu cravo", a missiva indicaria uma paixão avassaladora. Então por que aqueles objetos, que provavelmente foram presentes dele para ela, estavam ali deixados ao léu, abandonados numa caixa de sapatos empoeirada, dentro do baú pesado de madeira?

Até que Juliana se lembrou que o nome do marido de Dona Rosa era Roberto, e ela já estava viúva havia alguns anos. Provavelmente, o amor de Felipe não deve ter durado além do Carnaval daquele longínquo ano, que não se pode identificar, por falta de data nos documentos.

As duas suspiraram, e apesar de terem ficado felizes com a fortuita descoberta, tornaram-se melancólicas. Elas pensaram em Ricardo e Marcelo, os meninos que conheceram havia duas semanas também na praia, da mesma maneira, por uma bola de futebol perdida.

_ Será que eles, assim como o Felipe da carta, também irão nos abandonar? Ou será que nós não vamos gostar mais deles quando voltarmos para a nossa cidade e retomarmos nossa vida, na escola, na academia, no curso de inglês? _ perguntava Marina.

_ Não sei, mas também, que diferença isso faz agora? Vamos aproveitar e passear bastante com eles e guardar as lembranças do que um dia foi especial, como fez a Dona Rosa _ ponderou Juliana.

E foi neste momento que tocou a campainha. Marina pode ver através do olho mágico da porta, antes de abri-la. Eram seus namorados de praia, Ricardo e Marcelo, cada um com uma flor nas mãos, ansiosos para contar às meninas o dia chato que tiveram e passar o início da noite se divertindo, jogando cartas, para se protegerem do frio e da chuva.

Obs: esta crônica será publicada na Revista de Verão, do DC, mas como é minha mesmo, posto aqui. Achei muito fofa. Deu vontade de escrever um livro.

13 de dezembro de 2008

Salamanca

Eu quero mudar, quero seguir noutra direção que ainda não escolhi precisamente, mas a persigo com dedicação superior ao meu presente, que está sendo uma dádiva, repleta de prazeres, e leve como a felicidade deve ser, mas há a inquietação de saber que o presente passa e vira futuro, e que futuro será esse se o hedonismo prevalecer à construção de uma existência mais profunda, em busca da plenitude, do gozo maior que o simples prazer, realizado na aventura, na superação, na coceirinha atrás da orelha pra incomodar, tirar do cômodo, empurrar pra frente nem que seja na marra, e eu prefiro que seja por vontade própria, livre e espontânea, sem medo de errar, porque erro é se negar, e ver tarde demais que podia ter feito algo melhor, que ultrapasse a tragédia, a finitude, a fragilidade, a morte.

21 de novembro de 2008

As meninas, os pães e a manteiga

Por que você veio me dizer aquilo? Tem coisas que eu prefiro não saber, ou não lembrar. Parece que estou me acostumando a querer sempre fugir, ou que as coisas desaparecessem, ou que fatos não mais tivessem ocorrido, borracha, branco, vazio.

Não quero ser responsável pelo seu amor ou ódio. Se fui, lamento, não há nada que eu possa fazer agora. A não ser me sentir culpada, é isso que você quer? Acho que não. Então curta sua garota enquanto eu curto minhas galinhagens. Estamos felizes e ponto. Vamos tomar uma? Não dá, né?

In the other hand...

Como pode haver talento tão profícuo? There must be something wrong. De Dona Flor a Tieta. Onde é que Teresa Batista, Cansada de Guerra vai parar?

25 de outubro de 2008

A Zona Morta

Yes, I miss it, too. I must confess. But I don't know what it would be if I had it again. If I would be pleased, happy, trapped or confused.

I'm only certain of one thing: have to move. Five years are enough in this rainy island, or any place I set my life on. I want to remeber what it feels like being anonymous, where people don't speak my language and streets are unknown.

It thrills me, but it's hard to take a decision: where to go? Do they accept cats?

23 de outubro de 2008

Arte Rupestre

Não sou carne de açougue que você olha, escolhe, aperta, corta, leva pra casa e come.
Cachorros sarnentos: parem de babar. Não vai rolar.

Não se fico ou se vou
Não sei se vou ou se fico

Aqui tenho boa cama e um gato
parcerias ocasionais
e o mar por testemunha

Para onde quero ir,
o seio, o ninho, o outro lar
tem baratas a me perseguir

Minhas aspirações são ambiciosas
acomodar-se, jamais.
Para o alto e avante!

Queria não ter de escolher.
Ser levada e resolver depois,
tudo se arranjaria

Um dia eu sossego, ah sim.
A idéia é essa.

Ele também sentiu um mal estar naquele local sagrado, desvirtuado por práticas bestiais.
Sabia que não era apenas simples peso na consciência.

16 de outubro de 2008

Estouros

Ela chega e logo dá esporro. Faz comentários cínicos, sarcásticos, ácidos, até ser grosseira ao ponto de fazer você querer sumir. Odeio discutir, pago pra fugir de uma DR. Ainda mais quando é com chefe, com quem você não pode ser totalmente sincera, nem bater ou deixar falando sozinha. Eu lhe diria: você é grossa, mal educada, baixa. Usa do posto de superior pra humilhar, fazer do outro um subalterno medíocre, que jamais chegará aos teus imaculados pés. De galinha.

15 de outubro de 2008

Bomba

Ele escolheu morar com ela, por vontade própria. Foi por desejo, necessidade e vontade de viver algo desconhecido para si. Conheceu o doce e a delícia da coabitação, hace ocho meses. Casi el tiempo que si quedó sin verme. Foi feliz, não nega. Mas as meninas da academia insistiam em exibir suas qualidades provocantes. Não satisfeitas, o miravam com ojos de repobración, como si diciera: imbecil!
Não pode aguentar mais essa situação. Nem quer. Tudo o que ele não fizer, pode dar câncer mais pra frente. Decidiu não perder mais nenhuma oportunidade. Então, que seja bem feito. Paliativo. Ou solução, vai saber?
Ele não queria que ela ficasse tão triste quando isso acontecesse. Porque uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Mulher só tem menos vontade, mas tem. Se fosse com ela, não sabe como reagiria. Talvez levaria na boa.

12 de outubro de 2008

Eleições 2008

Acredito no amor, não nas promessas

Fragmentos de discursos amorosos
são ótimos para a literatura
mas destrutivos para o ego

Não sei se é lucidez
ou descrença
dureza
ou madureza
cimento sobre a lama
estrado quebrado de cama

Sei que gosto de brincar
e, assim como os gatos,
canso logo de qualquer brinquedo

Adoro novidades
e sinto a alegria
das descobertas da infância
ao final do arco-íris

Não invejo mais os casais
vai saber de que são feitos?

Pra sempre? Afe, me poupe
Deus me livre dessa praga

Já passei da fase
de crer em fantasias
e me sustentar nelas

A única certeza é a morte
e meu caminho até lá
há de ser imprevisível
sempre (isso, sim)

Se há o livre arbítrio,
assumo a responsabilidade
- única e intransferível -
de ser feliz

30 de setembro de 2008

Aprendendo a dizer não

Estranho isso de ser vidraça, pronta pra receber as pedras de sei lá quem. Tamanha exposição da minha própria diversão se transforma em armas contra mim mesma. Não faço por dinheiro, não consigo. O porquê da ação tem de vir de dentro, por outra motivação que não a simples ambição. Por que, meu Deus, por que fui prometer o que não posso nem quero cumprir? Fracasso, atestado de incompetência. Assinei e pronto. Não faço. Por dinheiro, tão somente, não tenho coragem nem forças. O que me move é a paixão e não morro de amores pelo termo circunstanciado. Nem pela "fabulosa" quantia que receberia por falar disso.
Sinto-me autorizada pelo Universo a dizer, finalmente: não.
Alívio.

25 de setembro de 2008

Not supposed to happen

I saw you
I kissed you
touched in every part I wanted
it lasted some hours long
and was so very fucking good
kiss, touch, smell and everything
but we weren't introduced
nothing but names
and the city where you come from
nothing else

So why, oh why did you fucking find out who I am?
Why did you fucking reach me
it was not supposed to happen
at all

23 de setembro de 2008

Tintas rosas sobre corpo nu

Ela pega as coisa que a gente fala e transforma em coisa bunita

Mas ela sente inveja da moça bonita da saia rodada
tão cheia de si e valente
impositiva

Minh'alma é mais transparente
mas cheia de quereres
sou uma ameaça

Sem moral, porque não existe moral
e até descobrir o que há
observarei

E me espalharei em todos os champanhes
Farei justiça com a mãos
Lambendo cabeças

17 de setembro de 2008

Auto (emo) terapia

Não sinto mais nada
nem dor, nem saudades
raiva, tristeza ou rancor

Tudo menos a garota
vem direto no calcanhar
e sob tortura, confesso

Perdoar é doce lição
que apreendi menina:
há de ser espontânea

Sangue não ferve
mas ganha velocidade
e entrega o fracasso

Vazia como um pote
dura como madeira
leve como poeira

Imagética.

1 de setembro de 2008

Visceral

Sou pequena
Voyeur que se mete na vida alheia
Alegando razões profissionais

Sou grande
Jamais abandonaria a poesia do trabalho
Pela escrivinhatura pura e simples

Anti-ética
nada profissional
sem graça e noção

Tranquila
Carinhosa e amorosa
Em paz

Troco as anfetaminas pelo ronrom

31 de agosto de 2008

Miados

Sonic Youth
Liquid Liquid
Moby
Anthony Rother
Calvin Harris
Legowelt
LCD Soundsystem
Orbital
The Field
Portishead
Gui Boratto

Mr. President

As carnes de Marilyn, redonduchas rebolantes, volumes esvoaçantes.
O branco de ensimesmada, assoberbada, soberana, altiva
Vermelho, ah, o vermelho dos olhos e da atmosfera
Chuva, frio, abraços, recomendações, desorientada
Azuuuuul. Como a liberdade de Kieslowski
A Via Láctea
A Paz

Nome Próprio

Meu medo é ir e me perder
Desequilibrar a existência ao ponto de não mais voltar
Já fiz isso antes

Ao mesmo tempo, quem fica parado é poste
E não quero que ninguém venha mijar em mim
Achando que me tem

Senhor, dai-me forças e discernimento!

30 de agosto de 2008

Tristinho e Isolete

Foi ao mesmo tempo a Bela
e a das Mãos Brancas

Amava no Outro o que enxergava dela mesma nele
E acreditava na fusão com o Divino por meio dele

O divino, entretanto, está em seu interior
E o amor está à sua volta e também dentro de si

Não fique, Tristão, tão devotado à própria tristeza
nem creia que Isolda seja a salvação de sua existência

Não renegue o que é da terra
belo, humilde, simples e humano

Amem-se, Tristão e Isolda, suavemente.

14 de agosto de 2008

Mesmo

Te conheço há o quê, uns dez anos?
Cinco deles mágicos
outros tantos trágicos.
Quero te reconhecer.

31 de julho de 2008

Sadomasô

Pode bater, vem.
Quero ver você me derrubar. Duvido.
Isso aqui é couraça resistente, pode enfiar a mão que não vai dar nada.
Esfola, arranha, tira sangue. Fácil.
Nem dói. Tô rindo pra você.
Muito pelo contrário. Eu gosto.
Vem?!
Que você também vai apanhar muito, levar bastante porrada
Até eu te derrubar vermelha no chão.
Desfigurada.
Em pânico.

29 de julho de 2008

Por que não?

Jurema notou que Aderaldo se portava de maneira mui respeitosa, o que não era comum aos moçoilos com quem flertara desde o desabrochar. Sob os olhos ríspidos do pai e as intromissões da mãe, a ousadia era desaconselhável.

É, os tempos são outros. Ao fortalecer quando não mata, engrossa-se a casca.

Os passeios ao final da noite desapareceram. A trilha sonora, a fotografia, os diálogos, o roteiro. Foi corte seco. Se não entendeu, azar. Aí começaram as elucubrações. A brincadeira ficou bem mais interessante. Ô.

O terrível vilão da história não passa de um alemãozinho.

15 de julho de 2008

Heterônimos

Joana Gonzaga
Chiquinha Dark
Othilia Sayão
Letícia Pires
Lívia Santos
Antônia Francisca
Borboleta Enjaulada

9 de julho de 2008

O Gato de Botas e o Gato de Alice

Eles chegaram na mesma semana
Um na segunda, outro na terça
Um veio enrolado num cobertor
Outro comemorou a vitória do Avaí

Quem tem as botas
e quem é de Alice?